Seus olhos falam ao mesmo tempo
em que evidenciam sua alma.
Ela, de forma pura, leve e intensa,
procura por algo ainda
não provado.
Determina o caos como mola dessa pulsão
que escorre adrenalina
na pele
e tensão numa prévia escondida.
Uma tensão que atrai ao mesmo tempo,
paralisa.
Olhos observam o alvo
e nesse momento a boca enche de salivações,
a
alma de desejos.
A ansiedade de saber o que querem esses olhos
a deixa
intercalada em pensamentos descalços.
Um comentário:
Palavras perfeitas!
Sua poesia descreveu diversos momentos pelos quais já passei ;)
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