sexta-feira, 2 de novembro de 2012


Seus olhos falam ao mesmo tempo 
em que evidenciam sua alma.
Ela, de forma pura, leve e intensa, 
procura por algo ainda não provado.
Determina o caos como mola dessa pulsão 
que escorre adrenalina na pele 
e tensão numa prévia escondida. 
Uma tensão que atrai ao mesmo tempo, paralisa. 
Olhos observam o alvo 
e nesse momento a boca enche de salivações, 
a alma de desejos.
A ansiedade de saber o que querem esses olhos 
a deixa intercalada em pensamentos descalços.

Um comentário:

Andrea (luaazul_) disse...

Palavras perfeitas!
Sua poesia descreveu diversos momentos pelos quais já passei ;)