sexta-feira, 11 de setembro de 2009


O amor batia com uma nota só,

sem fá, sem mi e com ré,

mas, também sem dó!

Apague as luzes e feche a porta.

Vamos amar em outro tom...?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pensamento sobre o amor


Todo poeta ama o ato de amar despido,

carne crua...

Mas também ama o ato ternura...

Eu posso falar um pouco do ser, poetisa, psicóloga e uma pessoa amada.

Sim, eu sou amada e não é que a vida é bela!

Às vezes nos confundimos com o amor, ele não é tão fácil assim....rsss

Ele está ao nosso lado e raramente o percebemos.

Eu percebi desde que adentrou naquela visita informal, olhou e saiu sem ao menos deixar-me ouvir sua voz. Apenas me olhou. Talvez por cuiriosidade.

Isso para mim que sou também escorpiana (não sei se tem alguma coisa intrínseca)...foi muito mais que ouvir a voz. Foi um convite. Eu segui a pista.

Outro tempo, encontrei você e aquele sorriso automaticamente me convida a amar-te.

Amar-te como nunca amei alguém, nua e crua, com todos os defeitos e qualidades, sem questionários infelizes. Respirar o amor ao acordar com cheirinho de café feito na hora com biscoistos de nata, croissant, brioches, geléia de framboesa e doces beijos. Sim, sabemos quando amamos quando não precisamos nos levantar para dar o beijo de bom dia (risos).

O amor é terno, calmo, assim está meu coração, que outrora havia se complicado ao confudir paixão, querer e posse...isso atormenta, consome e tira sua paz.

Quero que existam dias mágicos que a poesia concretize-se no ato de doação do amor, pois, o amor é tirar um pouco de si e querer dar ao outro, sem porquês. Apenas nos tornamos pessoas melhores a cada amanhecer.