sexta-feira, 9 de novembro de 2012

AS DORES QUE SENTIMOS



Gastamos o tempo
tomando decisões.
E muitas vezes nos entristecemos
com as doces ilusões.

Pendurei meus sonhos
no varal eterno,
cantando poesias realistas
no meu quintal moderno.

A mocidade é um tempo muito bom,
mas ,confuso e rápido demais.
A maturidade muitas vezes
destrói castelos plurais.

A primavera desabrocha as flores
enquanto na vida,
ensaiamos amores.
E raramente não sentimos dores.

Sozinhos vivemos num mundo
onde tudo é rápido demais.
Não vale muito ter romantismo,
o que prevalece hoje é o egoísmo.

Não conjugamos o Nós
e vivemos sós,
com as dores que sentimos.

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