
Todo poeta ama o ato de amar despido,
carne crua...
Mas também ama o ato ternura...
Eu posso falar um pouco do ser, poetisa, psicóloga e uma pessoa amada.
Sim, eu sou amada e não é que a vida é bela!
Às vezes nos confundimos com o amor, ele não é tão fácil assim....rsss
Ele está ao nosso lado e raramente o percebemos.
Eu percebi desde que adentrou naquela visita informal, olhou e saiu sem ao menos deixar-me ouvir sua voz. Apenas me olhou. Talvez por cuiriosidade.
Isso para mim que sou também escorpiana (não sei se tem alguma coisa intrínseca)...foi muito mais que ouvir a voz. Foi um convite. Eu segui a pista.
Outro tempo, encontrei você e aquele sorriso automaticamente me convida a amar-te.
Amar-te como nunca amei alguém, nua e crua, com todos os defeitos e qualidades, sem questionários infelizes. Respirar o amor ao acordar com cheirinho de café feito na hora com biscoistos de nata, croissant, brioches, geléia de framboesa e doces beijos. Sim, sabemos quando amamos quando não precisamos nos levantar para dar o beijo de bom dia (risos).
O amor é terno, calmo, assim está meu coração, que outrora havia se complicado ao confudir paixão, querer e posse...isso atormenta, consome e tira sua paz.
Quero que existam dias mágicos que a poesia concretize-se no ato de doação do amor, pois, o amor é tirar um pouco de si e querer dar ao outro, sem porquês. Apenas nos tornamos pessoas melhores a cada amanhecer.
Um comentário:
Eu sei que já disse isso em outras ocasiões, mas é impresionante a destreza que tens em descrever, através das mais sutis e doces palavra, os mais nobres sentimentos. Louvada seja esse seu jeito de ver, sentir e perceber os detalhes mais pequenos, as coisas tidas como 'bobas' - fazem de ti uma privilegiada, e mais ainda quem tem o prazer de desfrutar da sua compania.
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